Caçada Até a Última Bala

Marcus Vinicius Alves Rodrigues. 24 anos, publicitário, é o autor de Caçada Até a Última Bala, HQ que você vai conhecer agora.
Nascido e criado no Rio de Janeiro, como todo bom desenhista, Marcus tem intimidade com papel e lápis desde muito pequeno. Tem inspiração no movimento Punk e leva a sério o ditado “Se quer algo bem feito, faça você mesmo”.
Trovão: Como surgiu Caçada Até a Última Bala?
Marcus: Em 2009 surgiu na faculdade a oportunidade de fazer um filme que valia como prova para uma das matérias. Eu sempre fui fascinado por cinema, adoro gravar e fazer meus curtas, sou muito fã especialmente dos “Westerns Spaghetti”. Então com essa deixa topei o projeto e comecei a pensar no roteiro. Queria que o filme tivesse essa pegada Western, mas ao mesmo tempo fazer algo diferente que misturasse de tudo um pouco que eu gosto no cinema (filmes como Madmax, Matrix, BladeRunner e por ai vai), principalmente os clichês do cinema e de suas temáticas, caras como Tarantino e Robert Rodriguez sabem usar isso de uma maneira magnífica.
A partir disso, comecei a escrever o argumento do filme, e veio o enredo geral do Caçada Até a Última Bala: o misterioso mundo pós-apocalíptico sem lei, assolado por pistoleiros e mercenários. Então tudo acabou surgindo daí, os personagens e todo o Universo. Mas a trama era bem grande e complexa para poder por no roteiro do curta. Para ficar bacana ia me custar tempo, grana e recursos que eu não tinha, então para o filme eu usei um fragmento da história onde há um ponto que os personagens se encontram.
Juntei os amigos e começamos a gravar. Todos ajudaram um pouco com o projeto. Feito e entregue, o filme foi considerado o melhor dos 3 últimos anos do curso. Gostei tanto da história que pra mim o resto dela merecia ser contada, coisas ainda deviam ser explicadas. Então surgiu a iniciativa de produzir uma HQ sobre o Caçada Até a Última Bala e seus personagens. Neste mesmo ano tive um problema de saúde que quase me impediu de desenhar por um tempo, mas minha vontade de fazer a HQ era tanta, que ela até serviu como uma espécie de terapia. A idéia da HQ do Caçada Até a Última Bala é contar a história do começo até a história do filme e o que aconteceu depois. No final da primeira revista, disponível para download no BLOG, eu conto com mais detalhe sobre o surgimento do Caçada Até a Última Bala.
No final das contas a revista surgiu da vontade fazer cinema e este mesmo curta está sendo re-editado para se transformar em uma Web Série e todos vão poder conhecer em breve.
Trovão: Como você organiza a produção da HQ?
Marcus: Cada revista trata de um personagem específico da trama e a história se entrelaça com a do capítulo seguinte. Não existe necessariamente um personagem principal, mas um grupo deles. Primeiro eu faço um brainstorm sobre o nó e os acontecimentos principais que os levam ao desfeche da revista, depois é só ligar os pontos, geralmente eu tento me por no lugar do personagem e pensar o que “eu faria no lugar dele” o que acaba algumas vezes refletindo algumas características pessoais.
Os storyboards e o planejamento geral da revista são produzidos, como costumo brincar e chamar, em um “processo psicográfico”. Eu prefiro, planejar, rascunhar e finalizar página por página. Deixo a história correr ao mesmo tempo que a produzo, como se os personagens tivessem vida e dentro da minha cabeça planejassem seus movimentos, eu só transmito isso pro papel. É uma maneira perigosa de fazer a coisa, porque a revista às vezes sai maior do que eu imaginava.
Para desenhar uso material simples. Faço as páginas no papel e finalizo com nanquim, depois digitalizo e edito todo o resto no computador.
Trovão: Cite mais algumas influências para Caçada Até a Última Bala
Marcus: Nas minhas histórias, gosto de fazer referência a coisas da cultura pop e do cinema. Além disso gosto muito de desenhistas que tenham uma veia no cartoon e outra no design, não tenho como fugir, cresci desenhando e vendo Cartoon Network (Quando era bom!) desde os clássicos da Hanna Barbera até o começo da nova geração, com Genndy Tartakovsky (Samurai Jack e Laboratório de Dexter). Caras como Bruce Timm e Otis Frampton também são grandes influências pra mim. Mas é lógico que mestres como John Buscema e Frank Miller ainda me tiram do sério.
Trovão: O que os leitores podem esperar para a sequência da história?
Marcus: Podem esperar de tudo. A série será de 6 ou 7 revistas, mas existe muita história guardada pra contar sobre o Universo de Caçada Até a Última Bala, tudo pode acontecer no mundo “Sci-fi-Gore-Western” e espero que possa continuar com a ajuda e o apoio de vocês, leitores e Trovão Quadrinhos!
Trovão: Que dicas você deixa para quem quer começar a produzir uma história em quadrinhos?
Marcus: Minha dica é “Não pensa muito não, faz.” e desejo sucesso pra nós que estamos começando nessa loucura!
Entrevista com Valu Vasconcelos, autor de Megasônicos.

Valu Vasconcelos é o autor de Megasônicos, destaque essa semana na Trovão Quadrinhos.
Diretor de animação do Valu Animation Studios e apaixonado por histórias em quadrinhos e mangá desde a infância, Valu é diretor de arte, já trabalhou com publicidade, produções para rede Globo de televisão e hoje faz desenhos animados e mangá para viver. É natural do Rio de Janeiro, cidade que ama de paixão. Cidade esta, que é parte da inspiração para a história de Megasônicos.
Trovão: Quando surgiu a iniciativa de produzir Megasônicos?
Valu: Surgiu em 1991. Inicialmente foi pensado para ser um desenho animado, mas a tecnologia da época era precária e cara para tal produção. O roteiro foi desenvolvido e modificado com o passar dos anos. Enfim, em 2011, produzi o primeiro episódio da animação junto com o primeiro volume do mangá, que foi pensado para ser a forma mais rápida de fazer a história chegar até o público.
Trovão: Como é o seu processo criativo? Explique um pouco da sua técnica.
Valu: Geralmente escrevo uma linha de ação para os eventos que nortearão o capítulo. Essa espinha dorsal será a base para criar a ação e diálogos. O personagem é quem manda, ele tem vontade própria. Essa é a vantagem de desenvolver bem cada integrante da história.
Após esta fase, eu e o pessoal do estúdio fazemos uma leitura dramática do texto, o mais teatral possível para passar a ideia. Em seguida vem o layout, onde expomos graficamente o entendimento da história. Esse momento é crucial, pois é onde todos passam a ter a mesma visão da obra. No storyboard isso fica mais evidente, muitas das dúvidas são sanadas nessa etapa. Fazemos a diagramação e adequações de diálogo, muitas piadas surgem nessa fase.
Com um produto próximo do objeto final, mesmo que em baixa qualidade gráfica, já podemos curtir e criticar a história e o sentimento gerado pela obra. Tomamos muitas decisões nesse momento. Inserimos e retiramos quadros. Fazemos o mesmo com o roteiro. Tudo é muito dinâmico. Finalizado e aprovado, passamos a arte, que mistura 3D e 2D. E “tcharam”, temos nosso querido, suado e amado mangá!
Trovão: Quais são as principais referências e influências para Megasônicos?
Valu: Megasônicos é fruto de toda minha infância e idade adulta, dramaturgicamente falando. Assisti muito “super sentai”, como Changeman e adorava Jaspion. Desenhava o Pirata do Espaço e Patrúlha Estrelar, fora os quadrinhos da Marvel, DC, Vertigo e tudo o que aparecia pela frente.
Sou Skatista desde garoto e isso passou para a história. Sempre amei adrenalina e os Megasônicos não fugiram dessa paixão.
Trovão: Que expectativas os leitores devem ter para Megasônicos?
Valu: A série é longa, e já estamos na pré-produção do 5º volume. Várias ações do passado levaram a história da Terra ao ponto em que está em 2054, data em que se passa a história. Os novos guardiões Megasônicos terão que redimir os erros de seus antepassados, e conviver com os seus próprios.
Tem muita ação, aventura, intrigas e uma boa pitada de humor, porque ninguém é de ferro. Tem um drama familiar, mas não é estilo Mexicano. É mais para explicar e justificar certas atitudes que virão. Ops….falei demais.
Trovão: Que dicas você deixa para quem quer começar a produzir uma história em quadrinhos?
Valu: Eu desenho quadrinho desde a minha 1ª infância. Estudei e me formei no SENAC (Rio de Janeiro) em História e Desenho em Quadrinhos. Desenho até hoje e adoro o que eu faço. Como dica, eu quero deixar isso: Ame o que você faz, se dedique, estude, se especialize-se nisso.
E consuma o que você ama. Faça o mercado girar, pois se você quer trabalhar com quadrinhos, ou mangá, ou animação, tem que haver um mercado aquecido para pagar o seu salário. O brasileiro tem o costume de querer tudo de graça, mas o artista só pode se dedicar a sua obra, se ela tem retorno financeiro. Por tanto, pague pelo mercado que você sonha e se dedique para fazer parte dele.
E falando em capitalismo (risadas) quem quiser produtos dos Megasônicos, pode encontrar em duas lojinhas: LOJA 1 e LOJA 2
Muitas coisa virão por aí ! Se quiserem saber mais sobre o Valu Animation Studios, visitem o SITE ou o BLOG.
Mais sobre Megasônicos, vocês encontram AQUI.
Até a próxima.
Homenagem de Alexandre Leoni, autor de Brisa Pés de Vento, para Flávio Colin, grande nome do quadrinho nacional.
Comemoramos hoje o Dia do Quadrinho Nacional. E a Trovão Quadrinhos tem muito orgulho de fazer parte dessa história. Continuaremos trabalhando para divulgar novos talentos e esperamos que todos conquistem o seu espaço no mundo dos quadrinhos.
Você não sabe quem é Flavio Colin? Você precisa conhecer o seu trabalho. Flavio Colin sempre foi um grande defensor dos quadrinhos nacionais.
Confira uma entrevista com Flavio Colin, realizada pela UniversoHQ: http://www.universohq.com/quadrinhos/entrevista_colin.cfm
Parabéns, Moacir Torres!
Para quem não conhece o trabalho do Grande Moacir Torres, acesse: http://www.turmadogabi.blogspot.com
Espaço Independente – Trovão Quadrinhos*
*Matéria publicada no Cine Alerta em 14 de junho de 2010
Mais um Espaço Independente no ar. Hoje conversamos com o grupo de quadrinhos Trovão Quadrinhos, que fazem quadrinhos independentes e estão na busca por espaço neste caminho. Confira abaixo nosso bate-papo com eles, e comentem :
Como surgiu a idéia de fazer a revista?
“Surgiu em 2008, quando eu (Alexandre Leoni) ainda estava na faculdade de Artes. Sentia-me frustrado por nunca ter desenhado muitas páginas de quadrinhos, mesmo gostando muito. Decidi montar a revista para me forçar a desenhar e publicar minhas histórias, ao invés de ficar só reclamando da falta de incentivo para esse tipo de trabalho, e também para motivar outros desenhistas a seguirem essa vocação”.
Alguém te inspirou?
“Posso dizer tive muitas inspirações. Primeiro, a minha Mirian. Resolvi montar a revista para mostrar pra ela que sou capaz de trabalhar naquilo que eu gosto. Segundo, os grandes mestres do quadrinho, se você analisar suas histórias, vai ver que quase todos tiveram um início de carreira complicado, sem incentivo financeiro e apoio do público. E em terceiro lugar todos os desenhistas que nunca publicaram seus trabalhos, esses me inspiram a fazer diferente”.
Quantas histórias já foram publicadas?
“Durante um ano, de Novembro de 2008 até 2009, foram publicadas 14 histórias que variavam de curtas de duas páginas até séries tão longas que até hoje não chegaram ao fim. A partir de Janeiro de 2010, foram republicadas online algumas histórias que haviam sido impressas e foram lançadas histórias inéditas, além de jogos e notícias”.
Vocês já conseguem receber um lucro com as histórias ?
“Quando a revista era impressa, o valor de venda era de R$ 1,50 em média. Chegamos a conseguir algum dinheiro, mas nada que desse o suficiente para cobrir os custos de produção e distribuição, portanto pode-se dizer que a revista nunca deu retorno financeiro. Então decidimos lançar a revista gratuitamente online , porque assim os custos de impressão e distribuição caem para zero, e a revista alcança mais pessoas. Se antes colocássemos todos os custos de produção num orçamento, o resultado seria negativo. Porém, eu prefiro pensar que tudo isso na verdade foi uma experiência positiva e um grande investimento no portfólio dos artistas que trabalham na revista”.
Dá para viver somente de quadrinhos no Brasil?
“Dá sim, é preciso ter muito estudo, dedicação, persistência e entender um pouco de negócios”.
Quais são as metas da revista?
“A principal meta da revista é incentivar cada vez mais pessoas a mostrar seus trabalhos em quadrinhos de qualquer estilo. A Trovão se oferece para ser um espaço que divulga esses artistas, que um dia podem se tornar grandes nomes da HQ nacional. Estão se você que está lendo esta matéria desenha quadrinhos, não perca tempo e envie seus trabalhos para a Trovão. Ficaremos felizes em publicar suas histórias”.
Legal. Alguma editora já procurou o trabalho de vocês para ser publicado?
“Ainda não, mas quem sabe um dia. O negócio é ser persistente”.
Para quem está começando agora, qual mensagem você deixa?
“Siga seus sonhos. Estude muito. Seja autêntico. Valorize suas raízes. Desenhe tanto quanto puder e não tenha medo de mostrar seu trabalho”.
É isso galera esse foi o editor da revista Trovão Quadrinhos, e você que quer estabelecer um contato com eles mande um email para: trovaohq@gmail.com
Veja abaixo algumas imagens deles:
Entrem aqui e veja a revista em Flash, muito bem elaborada confira:http://trovaoquadrinhos.blogspot.com/
Fonte: Cine Alerta
Hoje, o grande Mauricio de Sousa completa 76 anos de idade com carinha de moço. Para comemorarmos esta data tão especial, assistam esta entrevista realizada pela Adnews na Tv. O pai da “Turma da Mônica” conta sobre os momentos marcantes de sua vida, como é o seu processo criativo e como nasceu a turminha mais famosa do Brasil, que além da fama internacional têm adaptações para o cinema, televisão e uma série de produtos com a marca das personagens. #ParabensMauricio!
Momento lembranças da Trovão Quadrinhos.
Há dois anos, mais precisamente, no dia 3 de Março de 2009, a Trovão Quadrinhos foi notícia no jornal Correio do Estado. A matéria abordava o projeto e como funcionava sua publicação.
Desde que saiu nas páginas do jornal, a Trovão vem recebendo vários e-mails de pessoas que conheceram a revista.
Foi um ano de muito trabalho, trazendo para o público campo grandense, o melhor dos quadrinhos da Cidade Morena.
Hoje, não publicamos mais as edições impressas e direcionamos nosso trabalho para todo o mundo, mas guardamos muitas recordações dessa época.
Nós da Trovão Quadrinhos queremos agradecer muito a todos que sempre apoiaram e acreditaram no projeto. Continuaremos trabalhando e buscando o melhor para você, leitor. Obrigado a todos. E continuem acreditando.
Documentário de 1969 sobre a história dos quadrinhos, por Rogério Sganzerla e Álvaro de Moya.
Gibiteca, um mundo de aprendizagem e imaginação
Por Mayara Sá
Sentados lendo seus gibis Henrique, Mirella e Érica se encontram com Mônica, Cebolina e Chico Bento. Suas histórias preferidas. Henrique disse que gosta do Chico Bento porque ele é engraçado, já Érica ri mesmo é das trapalhadas do Cebolinha e de seus planos ‘infáliveis’ contra Mônica. Mirela, que ainda está aprendendo a ler, se diverte com os desenhos.
Os três são vizinhos e freqüentadores assíduos da Gibiteca de Campo Grande. Mesmo morando em um bairro um pouco mais afastado – Saraiva – eles não deixam de ir ao local e entrar em contato com este mundo de imaginação.

Em que outro lugar eles encontrariam um biblioteca especializada em gibis com um acervo de cerca de vinte mil exemplares de diferentes tipos de gibis e até internacionais. Além disso, eles podem encontrar os amigos e também fazer novos, participar de oficinas de desenho, leitura, artesanato, fazer empréstimos de livros, acessar a internet, e tudo isso de graça.
A única regra é que tem que ler pelo menos um gibi para participar das atividades. O idealizador do projeto, Ronilço Cruz Oliveira, explica que a regra é para não se perder a essência do projeto.
“Hoje, as crianças gostam muito mais de acessar a internet. Nós temos dez computadores com banda larga para toda a comunidade que quiser usufruir o beneficio. Mas, para isso tem que ler o um gibi”, diz.
Ele explica que o projeto tem como objetivo principal incentivar a leitura de crianças e adolescentes. “A intenção é despertar o interesse pela leitura com os quadrinhos, que contém uma linguagem prática, colorida e com textos curtos, o que prende a atenção da criança, fazendo enriquecer a sua criatividade”.
A Gibiteca possui um espaço apropriado para quem quer aprender e entrar neste mundo de imaginação. E não precisa vir sozinho, no local dá para reunir os amigos, ler os gibis e participar das oficinas gratuitas.
História da Gibiteca
A Gibiteca existe desde 1995 e se desenvolveu graças ao esforço de seu fundador, Ronilço Cruz Oliveira, e do apoio das Embaixadas da França e Austrália, que doaram todos os equipamentos necessários para o inicio do funcionamento deste projeto.
A Gibiteca campo-grandensse foi inspirada na Gibiteca de Curitiba, que há muito tempo vem trabalhando com sucesso no incentivo à leitura através dos quadrinhos.
Atualmente, a Gibiteca é um dos Pontos de Cultura da cidade, e recebe apoio da Fundação de Cultura de MS e do Ministério da Cultura e de outros parceiros.
Ronilço diz que o ‘espaço é pequeno mas é como coração de mãe: sempre cabe mais um’.
Serviço
Quem quiser conhecer a Gibiteca e participar das oficinas basta ir até a Rua Francisco Barbato, 180, esquina com Rua Sacramento, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Telefone para contato (67) 3365-0405 ou (67) 9687- 9909.
Fonte: Mídia MS
Japão Pop no Brasil - Documentário TV Cultura
O documentário mergulha no universo dos jovens que absorvem a cultura pop japonesa e criam uma subcultura que mistura referências brasileiras com elementos da cultura pop japonesa. O resultado é expresso de diversas maneiras: leitura e confecção de histórias em quadrinho (mangás), prática do cosplay (elaboração de fantasias, maquiagem e performances de personagens dos animês e mangás), musical de animekês (karaokês com músicas das animações japonesas) e games.



